Do fenômeno à função reguladora: Deus como ideal da razão pura em Kant
Palabras clave:
Sensibilidade. Fenômeno. Razão pura. Juízes. Entendimento. Ideia. Ideal.Resumen
Neste artigo queremos em um primeiro momento explorar a investigação crítica empreendida por Immanuel Kant sobre a capacidade humana de conhecer, isto é, de obter um conhecimento universal e necessário. Em seguida, buscaremos evidenciar como, ao delimitar o uso legítimo da razão, Kant reabre as grandes questões filosóficas sob uma nova perspectiva: a do ideal da razão pura. Esse ideal não pertence ao domínio dos fenômenos nem ao do entendimento, mas opera como uma ideia reguladora, que orienta o pensar sem se oferecer como objeto de conhecimento. A ideia de Deus, nesse contexto, constitui o elemento supremo desse ideal: não é uma realidade que possamos conhecer, mas uma exigência interna da razão para orientar e unificar o conhecimento. Assim, queremos saber de que maneira o pensamento kantiano permite refletir teoricamente sobre o lugar de Deus no interior da própria razão, como seu horizonte máximo e regulador.
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