Hannah Arendt: a ação enquanto revelação do quem do agente

Autores

Palavras-chave:

Ação. Política. Revelação. Espaço público.

Resumo

O objetivo deste artigo é examinar a teoria da ação como forma de revelação dos agentes em Hannah Arendt. Em Arendt, a ação está sempre relacionada à política; ou seja, ao propor uma teoria da ação, ela tem em mente, sobretudo, uma teoria da ação política. Por outro lado, a ação surge como a capacidade singular que cada indivíduo possui desde o nascimento de dar início a novos começos e de fundar novos corpos políticos. Ao apresentar a ação como revelação do agente no espaço da pluralidade dos sujeitos, Arendt aponta um caminho para a redenção da dignidade da política, possível apenas por meio da participação efetiva dos indivíduos no espaço público. Neste artigo, dedicamo-nos à análise de textos de Arendt e de autores do pensamento arendtiano, com o propósito de sustentar a centralidade da ação em sua teoria política.

Biografia do Autor

Antonio Batista Fernandes, Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professor Adjunto da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

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Publicado

2026-01-10

Como Citar

FERNANDES, A. B. Hannah Arendt: a ação enquanto revelação do quem do agente. Kairós, Fortaleza, v. 21, n. 2, p. 97–110, 2026. Disponível em: https://www.ojs.catolicadefortaleza.edu.br/index.php/kairos/article/view/671. Acesso em: 28 maio. 2026.

Edição

Seção

Dossiê Nas Trilhas de Hannah Arendt